Certificação TI Verde … Como assim?

Vamos falar um pouco de uma certificação recente na área de Tecnologia, pois bem, estamos falando de Green IT ou TI Verde, está certificação é destinada á diversos patamares da tecnologia, sendo desde analistas até gestores. Sustentabilidade hoje é um assunto que esta no auge de seu desenvolvimento, corporações querendo lucrar, diminuindo seus custos com á utilização dos princípios da sustentabilidade empresarial.

Atualmente possuímos três empresas, que aplicam o exame de Green IT: CompTIA, Exin, ISEB veja algumas detalhes baixo, referente á cada empresa.

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O novo negócio de Bill Gates – Ganhar dinheiro com o banheiro da sua casa … Que??

Não, você não leu errado. Aquele que já foi o homem mais rico do mundo agora quer você. Ou melhor: as fezes humanas. De acordo com o Technology Review, a Faculdade Imperial de Londres e as universidades de Dunham e Manchester estão sendo financiadas pela Bill and Melinda Gates Foundation para pesquisas que transformam matéria fecal em energia. Isso sim é sustentabilidade, não?

De acordo com press release divulgado por uma das instituições, um protótipo de vaso sanitário já está em desenvolvimento. Ele é, na verdade, uma espécie de rede, capaz de capturar nano-bactérias e nano-partículas metálicas e empregá-las para uso imediato ou então armazená-las para uso posterior. Os pesquisadores dizem que a captura é tão precisa que, a partir das suas fezes, será possível extrair não somente energia, mas também água potável.

Nos planos do projeto, há indícios de que ele possa capturar partículas diferenciadas, como metano e eletrólitos para energia, e amônia para fertilizantes. O pesquisador chefe, Dr. Martyn McLachian, disse que “no futuro, poderemos ter casas no Reino Unido que produzam sua própria água potável, energia e fertilização simplesmente por reutilizar o que vem naturalmente a todos nós uma ou duas vezes por dia”.

E como se sua cabeça já não estivesse confusa o suficiente, caro leitor, aqui vai um vídeo promocional da pesquisa. Não se preocupe: ele é totalmente livre de bactérias (ou será que não?)

Green IT – Modelo de Governança Verde

A necessidade de uma visão estruturada e holística nas decisões de negócios e tecnologias traz à forma a demanda corporativa por um modelo de governança focado na maturidade empresarial aderente a normas, regulamentações e leis nacionais e internacionais. O mundo precisa endereçar ao mesmo tempo as questões de:

  1. negócios via governança corporativa
  2. objetivos e metas da organização em termos de sustentabilidade ambiental e financeira
  3. redução do impacto ambiental e financeiro das atividades de suporte da governança corporativa

Neste ponto ficam evidentes as vantagens para o empreendimento da governança da nova TI verde em relação a governança da tradicional TI. A governança da antiga TI tem o papel e objetivo único de suportar a governança corporativa. A governança da nova TI verde, no entanto, tem dois papeis e objetivos adicionais além de suporte e governança corporativa. Ela também atua ativamente no desenvolvimento e manutenção das metas do negocio de sustentabilidade ambiental e financeira na minimização do impacto financeiro ambiental das suas atividades internas.

Neste momento especial em que a sociedade chama pelo aumento conscientização das pessoas e consumidores em relação ao uso inteligente dos cada vez mais escassos recursos naturais, a governança da nova TI verde chega para desempenhar tanto a sua função essencial como para dar um passo a mais e agregar valor ao empreendimento e comunidade. Medidas que salvam ao mesmo tempo a natureza a o bolso sintetizam as novas metas dos negócios sustentáveis.

As empresas inteligentes e conscientes buscam soluções sustentáveis de TIC para reduzir o consumo de energia e tratar adequadamente os resíduos tecnológicos e o seus derivados. Para que a sustentabilidade corporativa seja real ele precisa estar presente hoje, amanha e sempre, por isto é preciso trabalhar em ambiente CTP. A governança só existe quando o CPT esta presente, logo é preciso trabalhar corretamente com as métricas para que o resultado final seja satisfatório.

As melhores práticas, os corpos de conhecimento e os frameworks atualmente em uso pela governança da antiga TI como o Control Objetives for Information and related Technology (Cobit) e Information Technology Infrastructure Library (ITIL), presenciam ser revistas e observados com os olhos modernos da sustentabilidade.

Não estou falando em repensar os objetivos de controles e processos, pois eles claramente admitem interpretações sustentáveis, mais é preciso rever os principais modelos utilizados do mundo inteiro para que eles incorporem os critérios sustentáveis do bolso e natureza.

Algumas ações abaixo devem impulsionar as iniciativas verdes e aumento de sua responsabilidade social e empresarial. As medidas vão desde a redução do carbono no data center de Ti à ofertas de estações de recarga de veículos elétricos e reciclagem de resíduos.

  • Obtenção do status Energy Star, sua avaliação de desempenho energético ajuda os gestores a saberem o quão seus edifícios são eficientes se comparados a outros prédios de todo o país;
  • Economia de energia por meio da virtualização do data center de TI. Com 75% dos servidores virtualizados, a companhia economiza 12,5 milhões de kWh a cada ano no consumo de energia pelos servidores e para resfriamento, o equivalente ao plantio de 25.889 árvores, à retirada de 1.463 veículos das ruas ou à emissão de mais de 7,7 milhões de Kg de dióxido de carbono (CO2);
  • Foco na redução do dióxido de carbono (CO2), por meio do gerenciamento do fluxo de ar no data center da Vigilent Corporation, resultou em uma economia de 151.214 Kg de CO2 ao ano e na redução de 73% no consumo de energia (248.784 kWh ao ano) para o resfriamento do Data Center da empresa;
  • Redução do consumo de energia com o reposicionamento das luzes, que diminuiu o consumo de energia da Informática Corporation em 25.800 kWh por ano, ou uma redução estimada da emissão de CO2 de 15.681 Kg a cada ano;
  • Lançamento do serviço Zimride de deslocamento compartilhado (car pooling) para melhorar a qualidade do ar e limitar as emissões de gás estufa. O deslocamento compartilhado pode também reduzir os custos de transporte dos funcionários em uma média de US$ 320 ao mês, se os automóveis forem compartilhados todos os dias;
  • A instalação de estações de recarga de veículos elétricos na sede da Informática Corporation, o que deverá reduzir as emissões de CO2 em 12.250 Kg ao ano e economizar 1.812 galões de gasolina por ano;
  • Medidas de gerenciamento de resíduos, reciclagem e compostagem, resultando na reciclagem ou compostagem de 73% do total dos resíduos gerados pelos edifícios da sede da companhia.

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Green IT – Melhores práticas de redução de energia

Todos reconhecem que a energia elétrica custo muito dinheiro. Celulares, telefones sem fio, computadores, ipads, ipods e outros dispositivos eletrônicos conectados na rele elétrica consomem muito energia elétrica e dinheiro. A competividade das empresas no Brasil é fortemente impactada pelo elevado custo de KWH. O gasto em energia elétrica das empresas no Brasil é muito maior que o dos seus respectivos concorrentes com sede em outros países.

Fonte: Todos pela Energia

Os números divulgados sobre o gasto de energia em Tecnologia da Informação (TI) nos datacenters nacionais ainda não estão em nível de maturidade elevado e por isto não são confiáveis. No entanto, sempre é possível estimar a realidade brasileira através de nossas semelhanças como o mercado norte americano. Eles tem números bons e suficiente para ser uma referencia de ordem de grandeza para nos.

No Brasil, é bem possível que o percentual seja bem maior que o dos Estados Unidos em função do baixo consumo residencial de energia elétrica. Tanto a questão participação relativa no consumo, como os elevados valores dos gastos de energia representam uma gigantesca barreira na competividade nacional.

As empresas no Brasil precisam enfrentar (e vencer) ao mesmo tempo o desafio do elevado gasto monetário em energia elétrica e o forte desgaste de imagem provocado pelo elevado impacto ambiental da infraestrutura de TIC. As elevadas tarifas de KWH em relação aos outros países fazem com que o orçamento corporativo de energia do datacenter de diversas empresas no Brasil seja muito maior que o orçamento do investimento em TI.

A organização brasileira de TI pode com medidas simples oferecer uma enorme oportunidade de competividade, pois é consumindo entre 4 e 10% do orçamento de TI em energia. Medidas simples de médio e longo prazo podem evitar a provável explosão deste gasto nos próximos cinco anos.

Faça sua parte pelo meio ambiente, calcule o quanto de energia seu monitor esta consumindo.

http://www.techrepublic.com/downloads/monitor-power-consumption-calculator/172013

Green IT – Governança de TI Verde

Ideologia Central

  1. O cargo de diretor de sustentabilidade pode ser o resultado da fusão das diretorias jurídica, marketing, assuntos corporativos, comunicação de TIC. Como o cenário corporativo esta cada vez mais digital (TIC habilita projetos, produtos, processos e serviços), o executivo de tecnologia é um candidato natural ao posto.
  2. As empresas inteligentes e conscientes buscam soluções sustentáveis de TIC para reduzir o consumo de energia e tratar adequadamente os resíduos tecnológicos e os seus derivados. Para que a sustentabilidade corporativa seja real ela precisa estar presente hoje, amanha e sempre, por isto é preciso trabalhar em ambiente CTP. A governança só existe quando o CPT esta presente, logo é preciso trabalhar corretamente com as métricas para que o resultado final seja satisfatório.
  3. A integração cujo resultado é a nova TI assegura o completo comprimento do objetivo da redução do impacto ambiental e financeiro das atividades de suporte da governança corporativa ao mesmo tempo em que assegura que os recursos de TI estão integrados com os objetivos da organização e com a responsabilidade socioambiental.
  4. O portal www.weeman.org é um bom exemplo de onde as pessoas e empresas conseguem obter evidencias de produtividade verde. O portal oferece facilidades para calculo do impacto ambiental das diversas soluções digitais. O conhecimento de benefícios e respectivo impacto pelo usuário tornam-se suas solicitações de recursos adicionais mais objetivas.

A governança pode ser entendida como o conjunto de processos, costumes, politicas, leis, normas e entidades que regulam a gestão e controle dos negócios.

A nova governa corporativa veio na direção de endereçar a necessidade de pleno conhecimento do relacionamento dos envolvidos com o atendimento dos objetivos da empresa. As questões relativas aos clientes, fornecedores, órgãos reguladores, colaboradores, meio-ambiente são consideradas como parte fundamental da boa gestão. A nova governa  tem como objetivo primário assegurar o  comportamento dos atores conforme as melhores praticas, para criar e manter ambiente de negócios pautado por:

  1. respeito profissional, pessoal e legal,
  2. consideração pelas necessidades ambientais, financeiras e humanas,
  3. desenvolvimento da confiança corporativa sustentável via meritocracia e império das leis e
  4. colaboração com solida inteligência coletiva. A resultante deste saudável ambiente de negócios sempre é a sinergia da atuação da cadeia de valor estendida e o sucesso do empreendimento.

O outro da governança da TI verde, vem de forma muito rápida e fácil quando os principais atores (investidores, colaboradores, empresa, cliente e fornecedores) tem comportamento transparente, conforme os códigos de conduta ou certificações (formais ou informais) acordados, aceitos e entendidos para habilitar em toda a comunidade a clara e fácil visualização dos compromissos, acordos e respeito com a sustentabilidade, meio ambiente e lucro.

A aplicação efetiva, real e permanente das melhores praticas corporativas implica necessariamente saber profundo dos processos de negocio e cultura corporativa e resulta inexoravelmente o gerenciamento pleno das expectativas e dissonância cognitiva dos stakeholders e investidores em regulamentos e boas praticas que disciplinam a responsabilidade empresarial funcionam como as ferramentas de extração do ouro verde.

Algumas organizações estão formalizando a estrutura de mineração do outro verde através da criação do cargo no nível executivo de sustentabilidade corporativa. A principal função deste executivo esta relacionada com a sua atuação como mentor do presidente, outros executivos e acionistas para:

  1. aumentar e manter a competividade da empresa no mercado, atendendo às normas, leis e regulamentações nacionais e internacionais e
  2. gerar capital intelectual coletivo de alto nível na temática ambiental financeira.

O cargo de diretor de sustentabilidade pode ser o resultado da fusão das diretorias jurídica, marketing, assuntos corporativos, comunicação de TIC. Como o cenário corporativo esta cada vez mais digital (TIC habilita projetos, produtos, processos e serviços), o executivo de tecnologia é um candidato natural ao posto. A grande vantagem corporativa de um profissional cabeça de TI na posição é que a governança deixa de atuar apenas na frente conta a corrupção fiscal e passa a agir como fiscal da sustentabilidade. O impacto no lucro deste foco é imediato, pois além da corrupção, as perdas, desperdícios e ineficiências entram na zona de combate. Como a segunda PNIPTI mostrou que mais de 60% das informações (digitais) corporativas são inúteis, é bastante claro como o foco na governa de TI verde consegue extrair ouro pelas pedras.

Os artigos Se entra lixo, sai lixo, publicado no portal Info Corporate em 12 de dezembro de 2008, e Estudo aponta que empresas tem problemas para gerenciar dados, publicados no portal da Computer World, no Brasil em 11 de agosto de 2010, que afirmam que 75% das informações armazenadas nos servidores estão lá há muitos anos e tendem a se transformar em lixo eletrônico, mostram que o problemas das informações inúteis. A sustentabilidade consegue combater formas de corrupção mais abrangentes do que a mera questão fiscal.

A corrupção causada pela ignorância ambiental, ilusão dos consumidores e buscado lucro com olhos apenas no curtíssimo prazo não é endereçada pela atual governança corporativa e vem causando enormes prejuízos financeiros por falsas promessas, perda de mercado, aumento extraordinário dos custos de matéria prima e produção pela destruição tola de recursos naturais não renováveis e etc. vem levando os investidores a olharem o seu retorno dos recursos com visão de médio e longo prazo e desistirem de participar em alguns negócios. A maior rentabilidade dos negócios sustentável vem fazendo com que os investidores priorizem na sua carteira cada vez mais as empresas, integradas com a natureza.