GLPI – Gestão Livre de Parque de Informatica – Instalação/Configuração/Integração

Logo do Samba

O que é GLPI?

O GLPI é um sistema desenvolvido com intuito de fornecedor uma poderosa ferramenta para gerenciamento da TI e seu parque tecnológico, tendo como umas de suas funcionalidades o gerenciamento de Help Desk e Inventario de equipamentos de informática.

No que ele pode ser útil para minha empresa?

O benefício do GLPI é o alto gerenciamento da TI, tornando risos mensuráveis e principalmente controláveis, por SLA parametrizadas de acordo com sua necessidade de atendimento, baseado na metodologia ITIL. Atualmente o GLPI devido sua abrangência de informações, tem sido o sucessor do Projeto Ocomon, foi um projeto muito eficiente para gerenciamento de Help Desk, contudo o mesmo encontra-se sem atualizações, devido á isto o GLPI é atualmente uma das melhores ferramentas OpenSource que te proporciona um gestão consolidada de sua TI em um único sistema, provendo integração com Active Directory, Samba4 e OCS Inventory (software de inventario de computadores, baseado em client/server).

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Ubuntu 13.10 – primeiras impressões

Tema 121 - Numix

O desenvolvimento da versão 13.10 do Ubuntu, que verá a luz do dia em Outubro de 2013, está a decorrer a um bom ritmo e já é perceptível o que vai ser a Dash inteligente. Apesar de ainda apresentar alguns erros internos, esta distribuição está perfeitamente utilizável para quem não faz dela um ambiente de produção.

Com uma comunidade que se tenta reconciliar com a Canonical, hoje já é possível introduzir no Ubuntu temas ao nosso gosto, acreditem que até fiquei surpreendido com a quantidade de temas já existentes, é evidente que os temas estão disponíveis para as versões 12.04 / 12.10  / 13.04 , de qualquer das formas já me foi possível instalar alguns temas nesta versão a 13.10.

Ubuntu-13.10

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Soluções desenvolvidas com Pentaho

Conhecendo um pouco mais sobre as refinadas soluções de BI, utilizando o potencial do sistema Pentaho – Solução de Business Intelligence de Código Aberto, podemos conhecer uma das soluções mais conhecidas no mercado, Pentaho foi adotado pela Lufthansa, e os exemplos descritos a seguir mostram porque a solução merece ser considerada como alternativa às caríssimas soluções proprietárias, mesmo considerando que há versões comerciais (bem caras, também) do Pentaho. Mas dá pra fazer tudo que se queira em termos de BI com a versão livre. Além do fato de que o Pentaho conta com uma série de ferramentas que foram incorporadas à suite ao longo do tempo, e que garantem mais opções e mais robustez ao produto.

Obras do PAC

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Zabbix – Instalando e configurando

Leitores,

Abaixo temos dois vídeos ilustrativos, que demonstram como efetuar a instalação do Zabbix num ambiente Linux, neste caso está sendo utilizando a distribuição Ubuntu 11.10, porém é funcional em outras distribuições como CentOS e Debian, que são mais conhecimentos. Continue lendo “Zabbix – Instalando e configurando”

Zabbix – Conhecendo a ferramenta

Monitorar seu ambiente tecnológico é essencial, ainda mais sendo um ambiente critico, o qual deve ter um monitoramento 24x7x365 dias. Atualmente no mercado, existem diversas ferramentas para lhe propor este monitoramento, porém temos algumas soluções open source no mercado que atende algumas necessidades e/ou senão todas. Vamos citar como exemplo o Zabbix.

O que é o Zabbix? Continue lendo “Zabbix – Conhecendo a ferramenta”

ASP.NET MVC agora é open source

Agora qualquer desenvolvedor pode contribuir com código e testes para o ASP.NET MVC, tanto para Web Pages quanto para a Web API, que se tornaram projetos open source.

De certa forma, o ASP.NET MVC sempre teve seu código aberto. Mas como acontece com a maioria dos projetos da Microsoft não era “aberto para desenvolvimento”, sendo todo o desenvolvimento feito internamente, com poucas exceções. Isso mudou recentemente. De acordo com Scott Guthrie,

Toda a comunidade será capaz de participar e fornecer feedback sobre check-ins de código, correções de bugs, desenvolvimento de novos recursos, além de compilar e testar os produtos diariamente usando a versão mais atualizada do código-fonte e suites de testes.

primeira contribuição aceita para o ASP.NET MVC foi de ninguém menos que Miguel de Icaza do Xamarin, o fundador do projeto Mono. O ASP.NET MVC, porém, não foi o primeiro projeto da Microsoft que migrou para o modelo de desenvolvimento aberto; essa honra vai para os SDKs do Azure, que estão no GitHub. Continue lendo “ASP.NET MVC agora é open source”

Open Source + Pentaho = BI Open Source?

A tecnologia Pentaho foi desenhada do zero como uma plataforma de BI moderna e totalmente integrada, baseada em standards abertos. Isto significa que pode ser integrada facilmente com qualquer infraestrutura de TI de origem, ou embebida numa aplicação desenvolvida à medida. Para utilizadores empresariais, o acesso a toda a informação de BI e a possibilidade de criar novos relatórios, vistas de análise e dashboards encontra-se numa interface web racionalizada, e estão ao alcance de dois cliques.

Ela fornece suporte técnico compreensivo, manutenção de software, funcionalidades melhoradas e mais, através de uma subscrição anual.

Possui várias suites que formam uma plataforma completa de BI, que foi desenvolvida, distribuída e implantada como Open Source apresenta grande flexibilidade e independência entre as diversas plataformas, possui alta confiabilidade e segurança a um custo mínimo de implantação e manutenção.

Possui ferramentas de ETL como o Kettle, análises OLAP como o Mondrian ou de Data Mining como o Weka, e são reunidos num único produto que permite soluções que acompanham todo o ciclo de implementação de um SAD, (Sistema de Apoio à Decisão) e que a tornam uma das soluções Open-Source mais populares do mundo.

A solução Pentaho define-se a si mesma como uma plataforma de BI orientada para a solução e centrada em processos. Ou seja, não só apresenta os resultados de uma forma única e dando uma visão geral do estado da empresa, como implementa os próprios processos (workflow) para a resolução de problemas detectados e apresentados.

Pentaho Open BI Suite

A Pentaho Inc. integrou e promoveu o desenvolvimento de ferramentas open source que fornecem os recursos para criação de Soluções de BI. O conjunto é conhecido por Pentaho Open BI Suite (ou Suite Pentaho), incluem as suites Reporting, Anaysis, Data Integration, Dashboards e Data Mining.

Devido à sua estrutura em componentes, a Suite pode ser utilizada para atender demandas que vão além do escopo das Soluções de BI mais tradicionais. Estão disponíveis componentes para a implementação de processos comandados por workflow automatizado, portais web customizáveis com suporte à portlets e single sign-on, entre outros. A plataforma executa todas as suas Soluções de BI, como serviços, e por isso é possível até mesmo prover acesso a esses recursos para sistemas externos, via web services, por meio de um mecanismo baseado em SOAP/WSDL/UDDI incluso.

As suites são responsáveis pela execução da Solução de BI, provendo controle de processos, visualização, segurança e auditoria. Têm a função de controlar o repositório e a execução de soluções, os acessos a banco de dados, agendamentos, permissões, serviços de e-mail e mais algumas atividades fundamentais de background, grande parte da sua funcionalidade pode ser configurada através do PAC (Pentaho Administration Console ).

Funcionalidades Pentaho

Uma das grandes dificuldades para alguém que começa a trabalhar com o Pentaho é entender o relacionamento entre os diversos aplicativos das suites. Neste artigo descrevo brevemente esses aplicativos e a função que exercem no ciclo de vida de um BI. Todos os softwares da Suite Pentaho são programas Java e rodam em qualquer plataforma que tenha uma JVM padrão, e estas ferramentas dão produtividade na criação da solução e das estruturas usadas pela plataforma.

Mondrian

É responsável pelo servidor OLAP (Online Analytic Processing) onde podemos construir os cubos que permitiram segmentar a informação por eixos de análise, permitindo a análise da informação com base em várias perspectivas. Assim será possível a compreensão dessa informação de uma forma intuitiva, uma vez que a solução permite decompor os valores nas diferentes perspectivas de análise.

Desta forma pode-se cruzar a informação com várias dimensões de um modo muito simples, utilizando drag-and-drop, drilling into, drilling across, encadeamento de dimensões, entre outros, bem como encontrar a causa de um problema que lhe sobressaiu num simples relatório.

É escrita em linguagem Java, e implementa a linguagem MDX, XML for Analysys e especificações JOLAP, e lê a partir de instruções SQL e outras fontes de dados, agregando os dados em uma memória cache.

Pentaho Dashboard

Kettle

Faz parte da suite do Data Integration, e utiliza as técnicas de ETL (Extract-Transform-Load), para a obtenção dos dados que virão das várias fontes de dados, e que obrigatoriamente teremos de cruzá-las em algum momento dentro do ciclo de ETL.

O Kettle é capaz de ler e escrever em vários formatos de SGBD, como Oracle, PostgreSQL, SQLServer, MySql, entre outros, e importar arquivos texto (csv ou fixo), planilhas Excel e bases de dados ODBC (apenas em Windows). Ele é um ambiente gráfico no qual conexões com fontes de dados são estabelecidas e seqüências de passos executam a extração de dados, sua modificação e a carga desses em um destino. O Kettle pode integrar dados entre empresas e sistemas, substituindo a criação de camadas de programas para integração por operações visuais.

Jpivot

Jpivot é uma biblioteca customizada JSP que desenha uma tabela e um gráfico OLAP. Os usuários podem executar navegações típicas OLAP como drill down e slice-and-dice. Utiliza o Mondrian e XMLA como engines OLAP.

Schema Workbench

O Schema Workbench cria os cubos no format XML que serão processados e exibidos pelo Portal. Ele tem uma interface visual para navegar entre as definições do cubo, permitindo criar, além de métricas, dimensões e hierarquias, muitas das estruturas que agregam valor na exploração de um cubo OLAP, como métricas derivadas, cubos virtuais (combinações de tabelas fato) e atributos de dimensões.                                                        

Weka

O Weka é um ambiente gráfico para Data Mining. Permite ao usuário criar e testar hipóteses contra as bases de dados. Existem grandes potencialidades na utilização de Data Mining para apoiar o processo de tomada de decisão.

Pentaho User Console (PUC)

Interface para o usuário final, é a partir do PUC que os usuários terão acesso às análises e relatórios criados, poderão ainda – de acordo com as permissões definidas – criar relatórios Ad-Hoc utilizando o WAQR, criar novas visões analíticas utilizando o JPivot, executar relatórios criados previamente com o PRD (ou outro gerador de relatórios suportado), visualizar dashboards, agendar a execução de relatórios e compartilhar qualquer um desses artefatos com outros usuários.

Pentaho Report Designer (PRD)

Gerador de relatórios “pixel perfect” da suite, facilita a criação de relatórios “ricos” com uma aparência mais profissional e personalizada, adicionalmente permite a publicação desses relatórios no PUC, permite inclusive que filtros simples sejam publicados diretamente sem a criação de xactions no PDS.

Pentaho Design Studio (PDS)

Plugin para a plataforma eclipse que funciona como uma interface gráfica para a criação de xactions que são arquivos xml interpretados pelo BI Server, são como instruções “passo-a-passo” que dirigem a execução das atividades pelo BI Sever, permitem, por exemplo, a definição de filtros avançados para relatórios e o envio de e-mails com os relatórios executados.

Fonte oficial: http://imasters.com.br

Open Source ??

Por que Open Source?

Com certeza, você já deve ter sido apresentado ao fenômeno, na implantação real de vários projetos ou, pelo menos, pode ter ouvido falar da open source em periódico comerciais, publicações de noticias ou outras fontes. Mas afinal o que realmente á a open source?

Por definição, a open source são softwares de utilização livre, cuja licença de utilização não é cobrada e o seu código fonte esta disponibilizado de forma gratuita pelo autor.

Como software open source não tem custo de licença, é possível investir mais em serviços e treinamentos, e assim, garantir melhor o retorno dos investimentos de TI.

Quando falamos de open source estamos falando de uma lista extensa que cresce a cada dia, contendo ferramentas poderosas que facilitam o dia a dia das empresas reduzindo drasticamente o custo em tecnologia.

  • Redistribuição livre;
  • Código fonte livre;
  • Trabalhos derivados livres;
  • Integridade do código fonte do autor;
  • Sem discriminação entre pessoas ou grupos;
  • Sem discriminação entre mercados;
  • Distribuição da licença;
  • As licenças não são específicas do produto;
  • As licenças não restringem outros softwares;
  • As licenças são neutras à respeito de estilos e tecnologias.

Quais as vantagens da Open Source?

As vantagens para adoção de ferramentas open source são: segurança, qualidade, garantia de continuidade, suporte, custo baixo de implementação, entre outras. Mas, para que os projetos de implantação de sistemas open source deem o melhor resultado e o melhor retorno de investimento, é essencial o apoio de uma equipe experiente e que conheça a fundo os pontos fortes e fracos destes softwares.

O teste da transparência …

Licenças open source

A General Public License (GPL) é de longe a mais popular, amplamente usada e ás vezes controversa licença do cenário open source, no entanto, de forma alguma é a única. Quando a maioria das pessoas fala sobre uma licença compatível com open source, geralmente se refere a uma licença que tenha sido examinada e certificada pela Open Source Initiative (OSI), uma organização sem fins lucrativos cuja única finalidade é promover a ideia do software open source/gratuita/livre (FLOSS, Free/Libre/Open Source Softwares). Aqui, examinaremos rapidamente três exemplos de licenças certificadas pela OSI e como elas diferem.

GNU General Public License (GPL)

A GPL é chamada de licença ‘’forte’’, porque é totalmente incompatível com o software patenteado. Ela força o usuário a tornar o código fonte disponível na distribuição de qualquer copia do software e toda a alteração no código fonte original deve ser licenciada pela GPL. Além disso, se qualquer código fonte licenciado pela GPL for incorporado a outro projeto (conhecido como ‘’trabalho derivado’’), o projeto inteiro terá de ser lançado sob a proteção GPL. Por essa razão, softwares licenciados pela GPL não podem se misturar a ofertas patenteadas porque inerentemente isso também tomaria o código fonte patenteado licenciado pela GPL. Os usuários podem fazer copias e alterações, redistribuir e cobrar por trabalhos derivados contanto que o código fonte esteja disponível e uma notificação de direito autoral seja anexada.

Lesser GNU Public License (LPGL)

A LPGL é essencialmente igual a GPL, com uma exceção importante. Diferente da GPL, que requer que o código fonte do ‘’trabalho derivado’’ seja licenciado por ela e disponibilizado, a LPGL permite a vinculação somente binária de aplicativos, normalmente bibliotecas, e qualquer outro aplicativo, inclusive software patenteado. Portanto, sob os termos da LPGL, o código fonte original e qualquer alteração feita nele devem ser tornadas disponíveis junto com uma notificação de direito autoral, contudo, se uma versão binária for usada por um aplicativo não gratuito, o código fonte desse aplicativo não terá de ser lançado sob a LPGL.

Licença BSD / Modified BSD

Ao contrario, a licença Berkeley Software Distribution (BSD) original e a versão mais recentemente modificada dela são as mais permissivas em natureza. Elas basicamente dizem que os usuários podem fazer o que quiserem com o software, inclusive modificar o código fonte original ou incorporá-la a outro software. Os usuários podem redistribuir seus trabalhos derivados sem nenhum requisito de tornar o código fonte ou qualquer uma de suas alterações disponível. O único requisito é o dos autores originais serem creditados na licença que acompanha o aplicativo lançado, qualquer que seja ele. A única diferença entre o Modified BSD License e a Original BSD License é que uma cláusula de propaganda foi removida.

Ciclo de desenvolvimento de um aplicativo não open source

Ciclo de desenvolvimento de um aplicativo open source (fonte aberta)