Quatro passos para transformar problemas em inovação

A melhor maneira de inovar é treinar seus funcionários para caçar problemas – e ter um método para resolvê-los, é claro. Para isso, basta identificar quatro habilidades essenciais dos funcionários e dividir a tarefa entre quem é mais capaz de conduzir cada etapa.

Essa é a base da estatégia de criatividade aplicada, criada pelo consultor canadense Min Basadur, especialista em psicologia organizacional. Ele já testou sua teoria em empresas como Procter & Gamble, Pepsico e Pfizer. “Problemas são os ovos dourados de uma empresa, e jamais devem ser vistos sob um aspecto negativo”, afirma. Continue lendo “Quatro passos para transformar problemas em inovação”

7 dicas para evitar que problemas de comunicação no ambiente de trabalho

“Nós não falamos a mesma língua…” Esta é uma fala muito comum no ambiente de trabalho, e um fato estressante, por sinal, mas pode ser mais estressante ainda quando a falta de sintonia na comunicação é entre o subordinado e seu chefe. É aí que o caldo começa a azedar de vez se não tivermos cuidado.

É duro quando deduzimos algo que é aparentemente muito óbvio para nós e nosso chefe vem outro dia numa nova reunião e diz que pensamos justamente o contrário do que ele quis dizer. E aí, adeus prazo nos projetos, o retrabalho (re)começa e o estresse e conflitos se amplificam. Continue lendo “7 dicas para evitar que problemas de comunicação no ambiente de trabalho”

Por que a Governança de TI é importante?

Por que a Governança de TI é importante?

Uma Governança de TI eficaz requer uma quantidade significativa  de tempo e de atenção da administração. Ela vale a pena?? A dependência crescente das empresas em relação á informação e á TI sugere que sim. Uma boa Governança de TI harmoniza decisões sobre a administração e a utilização da TI com comportamentos desejáveis e objetivos do negocio. Sem estruturas de governança cuidadosamente projetadas e implementadas, as empresas deixam essa harmonia ao aceso. Há muitas razoes para que a tomada de decisões sobre TI não seja deixada ao léu e, então, requeira uma boa governança. Abaixo irei citar algumas razões.

Uma boa Governança de TI compensa.

Entre as empresas com fins lucrativos que obtive com exemplo, as que seguiam uma estratégia especifica (por exemplo, a intimidade com cliente ou a excelência operacional) e apresentavam um desempenho acima da média na Governança de TI tinham lucros superiores, conforme mensurados pelo retorno sobre ativos (ROA) ajustando à indústria durante três anos. As diferenças variavam de acordo com a estratégia da empresa, mas aquelas com desempenho de governança acima da média tinham ROAs mais de 20% superiores aos de empresa com governança inferior e que seguiam estratégias. A governança evidentemente não era o único fator, mas uma boa governança decorre usualmente de boas práticas administrativas em todas as áreas.

A TI é cara

Os investimentos empresariais médios em Tecnologia da Informação excedem hoje 4,2% da receita anual e continuam subindo. Continue lendo “Por que a Governança de TI é importante?”

Quais são as fontes de criatividade e inovação nas pessoas e nas empresas?

A capacidade de gerar ideias originais para a inovação de processos, produtos e serviços tem sido proclamada como a chave para se obter e manter vantagens competitivas num ambiente caracterizado por mudanças aceleradas e feroz competição.

Contribuições criativas dos empregados em todos os níveis da organização têm sido consideradas como fundamentais em todas as discussões sobre inovação. Mas como a criatividade pode ser cultivada, desenvolvida e sustentada no ambiente de trabalho? Quais fatores no ambiente de trabalho são importantes e podem ser manejados para despertar e tirar proveito da criatividade individual? Seriam incentivos financeiros, pressão por resultados rápidos, competição, cooperação, treinamentos, ou o que mais? Continue lendo “Quais são as fontes de criatividade e inovação nas pessoas e nas empresas?”

Como transformar ideias em ações – O Gerenciamento da Execução

Tendo definido os objetivos de inovação e planejado as ações para realizá-los, bem como asseguradas a sua aceitação e aprovação, só falta agora esperar para colher os benefícios de sua brilhante ideia. Certo? Infelizmente não, pois há um longo e trabalhoso caminho a percorrer. Se acredita que o sucesso já está garantido, você pode estar totalmente errado, vítima de excesso de confiança e falta de cuidado na fase mais crítica de todo processo de mudança, a execução. Continue lendo “Como transformar ideias em ações – O Gerenciamento da Execução”

Estilos de Gestão: Qual é o Seu?

Existem perspectivas diversas sobre os diferentes tipos de “estilos de gestão.” Para ajudar a identificar o seu tipo, ou saber mais sobre, apresento a seguir oito estilos diferentes.

Liderança ativa: líderes ativos agem pelo exemplo e estabelecem um elevado padrão para si e para seus colaboradores. Eles são altamente envolvidos no trabalho do dia-a-dia e plenamente consciente do que está ocorrendo nas tarefas sob sua responsabilidade. Continue lendo “Estilos de Gestão: Qual é o Seu?”

Trabalho em Equipe – Uma Vantagem Competitiva

A idéia de se trabalhar em equipe surgiu no momento que o homem percebeu que a soma dos conhecimentos e habilidades individuais facilitariam o atingir dos objetivos. A mudança constante das informações e a necessidade de um maior conhecimento motivaram cada vez mais essa forma de trabalho, ou seja, fazer com que um grupo, formado por pessoas diferentes, tenha objetivos comuns.

A verdade é que nem todas as empresas conseguem isso: transformar grupos de trabalho em equipes vencedoras, pois, quando falamos em equipes de trabalho, estamos nos referindo ao somatório de forças que vem do conhecimento e experiência, contudo, ao falarmos na formação dessa equipe, começamos a mencionar pessoas. Continue lendo “Trabalho em Equipe – Uma Vantagem Competitiva”

Diferenças entre chefe e líder

Há tempos, definiu-se como líder, aquela pessoa que tem seguidores atraídos pelo carisma e confiança. Um chefe por sua vez, tem autoridade única e exclusivamente pelo cargo que detém. Desta forma, podemos dizer que todo líder tem completas condições de ser um chefe, mas temos que refletir se: E o contrário, é possível?

Chefiar é buscar resultados, planejar os trabalhos das pessoas, organizar, priorizar, manter e controlar. Estas nada mais são que  funções básicas, porém, hoje em dia, para chefirar também é necessário motivar as pessoas. Com uma equipe motivada consegue-se melhores resultados e um clima melhor (e nem preciso dizer que reduz o custo e aumenta a produtividade). Continue lendo “Diferenças entre chefe e líder”

Como o FBI pode lhe ajudar a ganhar aumento de salário?

Você espera um aumento salarial para este ano? quais são suas perspectivas na empresa onde trabalha em relação a esse assunto? O mercado segue otimista este ano para o lado dos executivos em termos salariais, segundo artigo da VocêS/A.

Pelo menos 80% dos RH’s no Brasil acreditam que os salários vão aumentar. Ora, se sobrar alguma grana para o pessoal de cima, é sinal de que os negócios caminham bem, então pode sobrar coisa boa para você também, certo?

A lógica diz que sim, mas na prática nem sem isso se reflete da mesma maneira. Até porque o sonho dos empresários não é pagar bons salários e bônus, mas maximizar o lucro, portanto se além de faturar e lucrar mais, se puder economizar mais um pouquinho em cima de nós, o pessoal da mão-na-massa, por que não farão?

Por isso mesmo, nada virá automático. Você tem feito um bom trabalho, tem sido elogiado, reconhecido (pelo menos em palavras) por seus colegas de trabalho e superiores, mas isso não é tudo. É preciso ter boa estratégia para colocar essas cartas na mesa diante de seu chefe e assim aumentar suas chances de beliscar sua parte do bolo nesse bom momento que sua empresa, enfim, o país como um todo vem vivendo economicamente.

E para ajudar você nessa estratégia, relacionei 3 dicas, divulgadas pelo site Olhar Digital, criadas por ninguém menos que o FBI, de modo a ajudá-lo a se transformar num bom negociador. Segundo o artigo…

…O FBI (Federal Bureau of Investigation) – agência de investigações do governo norte-americano – publicou um livro no qual mostra algumas técnicas de como transformar uma pessoa comum em um bom negociador. A obra, batizada de “Crisis Intervention: Using Active Listening Skills in Negotiations”, explica como é possível convencer as pessoas, por meio de uma argumentação e postura adequadas.

Veja como se preparar melhor para o importante momento de discussão salarial com seus superiores, e assim aumentar suas chances de sair vitorioso:

1 – Colha informações

Um bom agente do FBI, assim que chega na cena do crime, se preocupa em avaliar toda a situação. No caso de um profissional em busca do salário ideal, isso significa que ele precisa analisar todo o cenário à sua volta, antes de sentar na mesa de negociações. “Isso inclui entender exatamente quanto as suas habilidades valem para a posição”, aconselha o especialista. Isso, segundo ele, pode ser feito pedindo ajuda para colegas e para a rede de contatos profissionais e por meio de pesquisas em sites que divulguem salários e informações de carreira.

2 – Mostre confiança

O segredo para conseguir uma negociação favorável é também parecer alguém confiável. “Você pode fazer isso ao construir um diálogo agradável com a outra pessoa, ouvindo atentamente a proposta dela, entendendo sua posição e estando preparado para usar dados que o ajudem a suportar seus argumentos”, sinaliza. Uma dica é utilizar informações de pesquisas realizadas por fontes confiáveis de mercado e que, dessa forma, evitem a sensação de algo pessoal.

3 – Permaneça calmo

“Não importa quão maluca fique a situação, um negociador de resgate [do FBI] sempre se mantém calmo, atento e positivo. O mesmo vale para discussões de salário”, afirma Hopkinson. Para ele, mesmo que o profissional descubra que outras pessoas que fazem o mesmo que ele ganham muito mais, deve evitar atitudes explosivas. “Entrar no escritório do chefe exigindo um aumento ou ameaçando ir embora, raramente, fará com que você alcance seu objetivo”, complementa.


Isso mesmo, ninguém falou que seria fácil, certo? Mas o momento é bom, e se casar com seu bom desempenho, tem tudo para dar certo. Negociar é uma arte que se aprende, aliás há bons livros no mercado nesse sentido. É uma habilidade que utilizamos no dia-a-dia, que pode ser melhorada.

Atenção, pessoal de TI, atente-se a habilidades não-tecnológicas (como negociação), cuidado com o engano de viver mergulhado dentro da TI. É um mundo vasto sim, mas apenas uma faceta do que necessitamos para ser um profissional diferenciado, desejado, dentro e fora da empresa onde trabalhamos atualmente.

Caso contrário, corre-se o risco de se tornar apenas mais um bom profissional encostado num canto, vendo inclusive outros com menos habilidade técnica passar na frente, o que dá um gosto mais amargo ainda…

As 3 dicas acima em destaque foram divulgadas pelo site Olhar Digital.

Fonte: http://carreiradeti.com.br