Open Source ??

Por que Open Source?

Com certeza, você já deve ter sido apresentado ao fenômeno, na implantação real de vários projetos ou, pelo menos, pode ter ouvido falar da open source em periódico comerciais, publicações de noticias ou outras fontes. Mas afinal o que realmente á a open source?

Por definição, a open source são softwares de utilização livre, cuja licença de utilização não é cobrada e o seu código fonte esta disponibilizado de forma gratuita pelo autor.

Como software open source não tem custo de licença, é possível investir mais em serviços e treinamentos, e assim, garantir melhor o retorno dos investimentos de TI.

Quando falamos de open source estamos falando de uma lista extensa que cresce a cada dia, contendo ferramentas poderosas que facilitam o dia a dia das empresas reduzindo drasticamente o custo em tecnologia.

  • Redistribuição livre;
  • Código fonte livre;
  • Trabalhos derivados livres;
  • Integridade do código fonte do autor;
  • Sem discriminação entre pessoas ou grupos;
  • Sem discriminação entre mercados;
  • Distribuição da licença;
  • As licenças não são específicas do produto;
  • As licenças não restringem outros softwares;
  • As licenças são neutras à respeito de estilos e tecnologias.

Quais as vantagens da Open Source?

As vantagens para adoção de ferramentas open source são: segurança, qualidade, garantia de continuidade, suporte, custo baixo de implementação, entre outras. Mas, para que os projetos de implantação de sistemas open source deem o melhor resultado e o melhor retorno de investimento, é essencial o apoio de uma equipe experiente e que conheça a fundo os pontos fortes e fracos destes softwares.

O teste da transparência …

Licenças open source

A General Public License (GPL) é de longe a mais popular, amplamente usada e ás vezes controversa licença do cenário open source, no entanto, de forma alguma é a única. Quando a maioria das pessoas fala sobre uma licença compatível com open source, geralmente se refere a uma licença que tenha sido examinada e certificada pela Open Source Initiative (OSI), uma organização sem fins lucrativos cuja única finalidade é promover a ideia do software open source/gratuita/livre (FLOSS, Free/Libre/Open Source Softwares). Aqui, examinaremos rapidamente três exemplos de licenças certificadas pela OSI e como elas diferem.

GNU General Public License (GPL)

A GPL é chamada de licença ‘’forte’’, porque é totalmente incompatível com o software patenteado. Ela força o usuário a tornar o código fonte disponível na distribuição de qualquer copia do software e toda a alteração no código fonte original deve ser licenciada pela GPL. Além disso, se qualquer código fonte licenciado pela GPL for incorporado a outro projeto (conhecido como ‘’trabalho derivado’’), o projeto inteiro terá de ser lançado sob a proteção GPL. Por essa razão, softwares licenciados pela GPL não podem se misturar a ofertas patenteadas porque inerentemente isso também tomaria o código fonte patenteado licenciado pela GPL. Os usuários podem fazer copias e alterações, redistribuir e cobrar por trabalhos derivados contanto que o código fonte esteja disponível e uma notificação de direito autoral seja anexada.

Lesser GNU Public License (LPGL)

A LPGL é essencialmente igual a GPL, com uma exceção importante. Diferente da GPL, que requer que o código fonte do ‘’trabalho derivado’’ seja licenciado por ela e disponibilizado, a LPGL permite a vinculação somente binária de aplicativos, normalmente bibliotecas, e qualquer outro aplicativo, inclusive software patenteado. Portanto, sob os termos da LPGL, o código fonte original e qualquer alteração feita nele devem ser tornadas disponíveis junto com uma notificação de direito autoral, contudo, se uma versão binária for usada por um aplicativo não gratuito, o código fonte desse aplicativo não terá de ser lançado sob a LPGL.

Licença BSD / Modified BSD

Ao contrario, a licença Berkeley Software Distribution (BSD) original e a versão mais recentemente modificada dela são as mais permissivas em natureza. Elas basicamente dizem que os usuários podem fazer o que quiserem com o software, inclusive modificar o código fonte original ou incorporá-la a outro software. Os usuários podem redistribuir seus trabalhos derivados sem nenhum requisito de tornar o código fonte ou qualquer uma de suas alterações disponível. O único requisito é o dos autores originais serem creditados na licença que acompanha o aplicativo lançado, qualquer que seja ele. A única diferença entre o Modified BSD License e a Original BSD License é que uma cláusula de propaganda foi removida.

Ciclo de desenvolvimento de um aplicativo não open source

Ciclo de desenvolvimento de um aplicativo open source (fonte aberta)

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